Ai ai ai... quem se lembra do dilema da cortina de bolinhas de gude? Furar ou não furar as bilocas para passar o fio de nylon?
Pois é, eu também não esqueci. E agora, para fazer par ao turbilhão de ideias que assanham meus pensamentos, não é que a cortina ganhou um abacaxi, digo, uma jarra abacaxi como companhia?
Minha sessão viagem tá parecendo pesadelo regado a cuba-libre e rodelas de calabresa frita (isso é outra história).

Mas, o que tem a ver cortina, fios de nylon, bolinhas de gude e... uma jarra plástica em forma de abacaxi, fabricada pela Trol, antiga fábrica de brinquedos de propriedade do sr. Dilson Funaro, ministro da Economia no governo Sarney?
Bom, a cortina e o utensílio-abacaxi de afinidade, só a pergunta da leitora Marina que me soou como: MAIS UM DESAFIO (fio me lembra de novo fio de nylon). Descobrir onde, ainda é possível, comprar essas jarras, muito populares nos anos 60 e 70.
Fui procurar, né? Afinal, a luminária é bem legalzinha.
E.... beeeimmm... ainda tô buscando!
Marinaaa, vou pedir aqui a ajuda dos universitários, das cartas, das placas, dos amigos leitores, dos curiosos de plantão, do Senor Abravanel, da tchurma de A Grande Família e do universo blogueiro para quem souber de uma loja de departamento, uma lojinha de R$ 1,99, ou até mesmo uma banca de feira livre que ainda comercialize (em série) as tais jarras abacaxi, que nos avise pelamordedeus.
Enquanto isso, vá se deliciando aí com essa preciosidade de anúncio que peguei lá no fotolog do
Edubt, um apaixonado por propagandas antigas mas, que infelizmente deixou de atualizar o espaço em 2007. Veja se você conhece alguém aí no anúncio.

Segundo o log do Edubt, o anúncio foi veiculado na revista Realidade, março de 1968.
Putzzz! Faço minhas as palavras do Edubt, essa Hebe deve tomar formol!
Pela rede, ainda não encontrei as jarras para comprar. A não ser duas raridades em leilões lá no Mercado Livre. As cobiçadas peças vão do "pouco usada" ao "em bom estado de conservação". Os preços, umas gracinhas. No primeiro, ainda aberto, a jarra tem lance inicial de
R$ 100,00 e... no segundo, finalizado em 21.10.2008, foi arrematada pela bagatela de
R$ 220,00... hum?!?!?!? Nada contra mas, isso é abacaxi para colecionador.
Ahh! E a pergunta da Marina tá lá no post
Vai um suquinho de luz?, onde publiquei a foto de uma jarra abacaxi transformada em luminária (não é arte minha, viu zeenti. A foto faz parte daquele velho acervo de ideias sem ID). Assim como a cortina de bolinhas de gude, a ideia da luminária é show mas, nada prática começando pelo quesito "onde comprar a jarra?".
E por que não pensei nisso antes?
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Uhuuuu!
Cenas para os próximos assuntos

Hoje começa a minha nova saga: experiências com a Rosa do Deserto, ou Adenium Obesum para os mais entendidos. Comprei, pela rede, 150 sementes. Vi a danada em algum lugar, gostei por demais! Procurando por mais informações acabei conhecendo o
Amo Adenium, da Vera Coelho, o qual adotarei como minha cartilha. Tudo muito bem explicadinho e fotografado.
Da planta em si, as fotos falam sozinhas, apenas achei muito parecidas com as suculentas. Claro! Não tão simples assim. Exigem mais cuidados, podas de galhos e raízes o que não é necessário com as suculentas mas, xonei na tchutchuca e vou me dedicar ao cultivo.
Já avisei pra mamy, nós que gostamos de inventar moda, dessa vez não tem jeito. Até pegarmos segurança, seguiremos direitinho as recomendações do vendedor. Se ele mandar pulverizar pestanas de mandruvá, faremos!
Enquanto as sementes não chegam, deem uma olhadinha aí nas fotos que peguei no perfil do
Renato (o moço que vende sementes e mudas) e tá valendo uma visita ao espaço da
Vera Coelho. Tem informações valiosas por lá, inclusive a recomendação de se comprar Adenium só por semeaduras.






